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FEBRE TIFÓIDE

Você sabe o que é Febre Tifóide?
É uma doença bacteriana aguda, causada pela Salmonella typhi e está relacionada a baixos níveis socioeconômicos, de saneamento básico, higiene pessoal e ambiental.

 


FIQUE SABENDO...
 

Você sabia que a Febre Tifóide ainda é uma doença endêmica no Brasil?
A Febre Tifóide é uma doença endêmica em diversos países do mundo, representando um grave problema de saúde pública em alguns deles.
No Brasil, são registrados casos em todas as Regiões do país, e as maiores taxas de notificação da Febre Tifóide são registradas nas regiões Norte (7.886) e Nordeste (39.918), onde os estados mais críticos são Bahia e Amazonas, com um total de 19.356 e 2.831 casos, respectivamente.


Quais são os continentes que mais ocorrem casos de Febre Tifóide?
A Febre Tifóide existe em todos os continentes, mas representa um problema de saúde pública especialmente na Ásia (Número de casos por ano: 10.118.879 – Incidência: 274), África (Número de casos por ano: 408.837 – Incidência: 50) e America Latina (Número de casos por ano: 273.518 – Incidência: 53).

Qual é a população afetada e existe prevalência maior em algum sexo?
Nos países onde a Febre Tifóide é endêmica, a incidência da doença é baixa nos primeiros anos de vida, aumentando em crianças em idade escolar, permanecendo elevada entre os adultos jovens e volta a cair entre os adultos mais velhos. Em algumas atividades profissionais como: trabalhadores da rede de esgoto, militares e profissionais da área de saúde estão associados a um maior risco de contrair a doença.
A Febre Tifóide afeta igualmente ambos os sexos, não há diferença de suscetibilidade para a doença. Porém, a prevalência de portadores crônicos é até três vezes maior em mulheres. Indivíduos do sexo feminino são mais propensos à ocorrência de doença preexistente da vesícula biliar e esta é um órgão sempre acometido na doença, juntamente com as vias biliares.


Como ocorre a transmissão da Febre Tifóide?
O modo de transmissão da doença é por via fecal-oral, principalmente, através da ingestão de água ou alimentos contaminados com fezes humanas ou com urina contendo a S. typhi. Pode ser transmitida também pelo contato direto (mão- boca) com fezes, urina, secreção respiratória, vômito ou pus de um indivíduo infectado. Obs: Este indivíduo pode eliminar a bactéria, nas fezes e na urina, por um período de até 3 meses, independentemente de apresentar os sintomas da doença. Portadores crônicos podem transmití-la por até um ano.

Qual é o período de incubação da doença?
O tempo entre a exposição e o início dos sintomas (período de incubação) pode variar de 3 a 60 dias, ficando entre 7 e 14 dias  na maioria das vezes. A infecção pode não resultar em adoecimento.


Você sabe quais são os sintomas da doença?

 As manifestações clínicas e a gravidade da doença são muito variáveis: a febre está presente em 98 % dos casos, aumentando progressivamente nos primeiros dias da doença. Simultaneamente pode haver o aparecimento de cefaléia (dor de cabeça), dor de garganta, anorexia (sensação de apetite diminuída), náusea (enjôo), dor abdominal e mialgia (dores musculares). A diarréia é mais freqüente em crianças, e a constipação intestinal (prisão de ventre), em adultos. A hepatomegalia (fígado aumentado) e a esplenomegalia (aumento do volume do baço) são achados comuns ao exame físico. Podem aparecer manchas rosadas no tronco (roséolas tíficas).



A Febre Tifóide pode causar a morte?
Se não tratada, a doença pode evoluir por semanas ou até meses, resultando em óbito em 15% dos acometidos. Na maioria, no entanto, ocorre defervecência a partir da terceira semana, com retorno da temperatura  a normalidade na quarta semana, quando parte dos infectados recuperam-se. Ressalta-se que, na ausência de tratamento específico, as recaídas são comuns.


Você sabe quais as complicações da que podem ocorrer com a Febre Tifóide?
As complicações mais comuns são (perfuração intestinal, hemorragia) decorrentes das lesões causadas pela S. typhi  na mucosa intestinal podem ocorrer em qualquer fase da doença, sendo mais comum após a terceira semana e em pessoas não tratadas. O sangramento intestinal é a complicação mais comum e resulta da erosão da parede intestinal pela S. typhi. Na maioria das vezes, o sangramento é  pequeno e cessa espontaneamente. A perfuração intestinal, que ocorre em até 3% das pessoas internadas, é uma complicação mais grave. Geralmente, se manifesta com piora da dor abdominal, aumento da freqüência cardíaca e queda da pressão arterial. O tratamento é cirúrgico e deve ser realizado imediatamente.



SAIBA MAIS SOBRE A VACINA CONTRA FEBRE TIFÓIDE...


Para quem a vacina da Febre Tifóide está indicada?
É indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é especialmente indicada para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, profissionais da área de saúde e militares. É uma vacina inativada que age estimulando o organismo a produzir sua própria proteção contra a bactéria Salmonella typhi, causadora da febre tifóide. O efeito da vacina aparece cerca de 2 a 3 semanas após a vacinação e persiste por, no mínimo 3 anos.


Existe alguma interação medicamentosa com a vacina?

Alguns medicamentos não devem ser utilizados juntamente com vacinas, informar ao seu médico o tipo de medicação que está utilizando para que o mesmo decida se pode vacinar. Pode ser aplicada com outras vacinas desde que aplicadas em regiões anatômicas distintas, as vacinas podem ser: Hepatite A, Febre Amarela, Difteria, Tétano, Poliomielite, raiva, meningite C, Hepatite B , Pneumo 13 valente, etc.


Quantas doses da vacina são necessárias para que ocorra a proteção contra a doença?
Consiste de uma única injeção. Os indivíduos devem ser revacinados a cada 3 anos, se o risco de contrair Febre Tifóide permanecer. O esquema de vacinação é o mesmo para adultos e crianças.


Qual é o intervalo mínimo entre as doses da vacina?
No mínimo 3 anos, caso tenha risco de contrair a Febre Tifóide.


Posso ter algum efeito colateral com a vacina?
Os eventos adversos após a vacinação são geralmente leves e de curta duração.

  • Trata-se freqüentemente de reações no local da aplicação (dor, inchaço, vermelhidão).
  • Reações sistêmicas: (febre, dor de cabeça, mal estar, artralgia, mialgia, náuseas, dor abdominal) foram raramente registradas
  • Reações do tipo alérgicas podem ser observadas em casos muitos raros (prurido, rashes, urticária).

Quem não pode receber esta vacina?

  • Hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da vacina;
  • Doença febril, doença aguda ou doença crônica progressiva;
  • Não deve ser utilizada em mulheres grávidas.

A vacina contra Febre Tifóide é realmente eficaz?
Durante os estudos efetuados em áreas altamente endêmicas, o nível de proteção (para febre tifóide) conferido pela injeção de uma dose desta vacina foi de 77% no Nepal e 55% na África do Sul. Em países industrializados, obtém-se soroconversão em mais de 90% dos indivíduos após a injeção de uma dose única.


 


Lembre-se:

A melhor forma de prevenção é com a vacinação.



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:


  • BULA DA VACINA FEBRE TIFÓIDE (LABORATÓRIO SANOFI);
  • MANUAL DE IMUNIZAÇÕES, (CENTRO DE IMUNIZAÇÕES HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEN) 4º EDIÇÃO;
  • GUIA PRÁTICO DE VACINAS E VACINAÇÃO DA SANOFI PASTEUR, EDIÇÃO ESPECIAL 2009;
  • http://www.cives.ufrj.br
  • MONOGRAFIA DA VACINA TYPHIM Vi SANOFI
  • SITE: http://portal.saude.gov.br
  • FOLDERS INFORMATIVOS DAS VACINAS CONTRA FEBRE TIFÓIDE.
  • OBS: IMAGENS RETIRADAS DO GOOGLE – IMAGENS NA WEB.

AUTORIA:



REVISÃO BIBLIOGRÁFICA REALIZADA POR:

ENFERMEIRA ROSEVANE RODRIGUES DE LUCENA COREN – DF 176706

Revisado por: Dra. Marta de Fátima Rodrigues da Cunha Guidacci-

CRM: 7.600-DF


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